O ERRO COMUM DOS CONSERVADORES COM A “DOUTRINAÇÃO CURRICULAR” APROVADA NO SENADO

Nas primeiras horas desta tarde, o Senado Federal aprovou de forma definitiva o projeto que inclui “educação política e direitos da cidadania” como conteúdo obrigatório em toda a educação básica do Brasil. A notícia está sendo celebrada de forma ingênua por muitos como “um avanço para a consciência crítica dos jovens”. É exatamente aí que mora o perigo e o erro comum da maioria das famílias brasileiras: acreditar na neutralidade do Estado quando o assunto é o currículo dos nossos filhos.
O Segredo Oculto nas Entrelinhas
Quem assina o projeto ou o defende jura de pés juntos que a proposta visa apenas ensinar o funcionamento das instituições. Mas o segredo oculto que os burocratas do Ministério da Educação não querem que você perceba é o instrumento de controle que acabaram de criar. Em um país onde a esmagadora maioria do corpo docente universitário e técnico que formula os materiais didáticos é de viés progressista, o que você acha que acontecerá quando a “educação política” virar matéria obrigatória nas escolas dos seus filhos?
A transformação que eles planejam é sutil, mas devastadora. Não vão ensinar sobre o valor da propriedade privada, sobre a responsabilidade individual ou sobre os pilares da família tradicional. Vão usar a máquina pública para moldar a mentalidade eleitoral dos adolescentes, ensinando que o Estado é o único provedor e que as pautas identitárias são os verdadeiros “direitos da cidadania”.
A Urgência de Reação das Famílias
A matéria segue agora para os trâmites finais, e a polêmica está armada. Se os pais não acordarem e não exercerem uma fiscalização severa dentro das salas de aula a partir de agora, as escolas vão se transformar definitivamente em comitês partidários financiados com o dinheiro dos seus impostos. A autoridade sobre o que é certo ou errado na política pertence aos pais, não a burocratas de Brasília! Monitore os cadernos dos seus filhos imediatamente.