O Erro Comum que pode custar o STF e o Futuro das Nossas Famílias
Existe um erro comum cometido pela maioria dos eleitores da direita: achar que a eleição para a Presidência da República se resume apenas a quem vai sentar na cadeira do Planalto pelos próximos quatro anos. O buraco é muito mais embaixo, e a autoridade do nosso futuro está em xeque.
Dados de bastidores revelam uma transformação brutal que ocorrerá no Judiciário. Quem vencer as próximas eleições presidenciais terá o poder de indicar um quinto de todos os ministros dos tribunais superiores e impressionantes 36% do STF (quatro das 11 cadeiras da Suprema Corte). Pensou no peso disso para a proteção da vida, da infância e dos valores cristãos?
A rejeição histórica do nome de Jorge Messias pelo Senado acendeu o alerta. A oposição já avisou: as vagas que se abrirem por aposentadorias compulsórias até 2030 (como as de Luiz Fux e Cármen Lúcia) precisam de nomes técnicos, moralmente ilibados e que respeitem a Constituição — e não de militantes de toga. Entender isso muda o jogo. Não se trata apenas de votar em um presidente, trata-se de salvar a Suprema Corte da destruição ideológica.