Pesquisa divulgada hoje 16/06/2026
Tarcísio marca 46% e pode vencer em primeiro turno: o número que ninguém no Planalto quer ver
Uma pesquisa divulgada nesta terça-feira, 16 de junho, com 2.000 eleitores paulistas, colocou o governador Tarcísio de Freitas com 13 pontos de vantagem sobre Haddad. Não é um fenômeno regional — é o sinal mais claro de que a direita chegou para ficar.
Autoridade. Competência. Resultado. Três palavras que o eleitor usa quando fala de Tarcísio de Freitas — e que pesquisas como a publicada hoje pelo instituto Real Time Big Data confirmam em números frios. O governador de São Paulo aparece com 46% das intenções de voto para a reeleição ao Palácio dos Bandeirantes, contra 33% do ex-ministro Fernando Haddad (PT). Uma diferença de 13 pontos que vai muito além da margem de erro.
Os números da pesquisa (Real Time Big Data · 13–15/jun/2026 · 2.000 eleitores · TSE: SP-09734/2026)Tarcísio de Freitas (Republicanos): 46% · Fernando Haddad (PT): 33% · Kim Kataguiri (Missão): 8% · Paulo Serra (PSDB): 6%
Em pesquisa anterior do Paraná Pesquisas (maio/2026), a aprovação do governo Tarcísio chegou a 64,4% — e apenas 27,3% dos eleitores o rejeitam.
O que esses números escondem que você precisa saber? São Paulo não é só um estado — é o maior colégio eleitoral do Brasil. Quem vence São Paulo, em regra, dita o ritmo nacional. E um governador com mais de 60% de aprovação, que pode vencer em primeiro turno, não é apenas um candidato forte ao Bandeirantes: é o maior nome da centro-direita brasileira em 2026.
A transformação que Tarcísio operou em São Paulo é real e documentada. Segurança pública, obras de infraestrutura, gestão transparente — o eleitor percebe quando o gestor entrega. E essa percepção se transforma em votos com uma naturalidade que nenhum marqueteiro consegue fabricar.
O erro comum que a esquerda comete é achar que a popularidade de Tarcísio é construção midiática. Não é. Ela nasce da confiança que o cidadão comum deposita em quem governa com seriedade. Mães que viram a cidade mais segura. Pais que encontraram emprego. Famílias que sentiram na pele o resultado de uma gestão que prioriza o cidadão, não a ideologia.
Em Brasília, os bastidores fervem. O PT sabe que a batalha por São Paulo pode definir 2026. E com Tarcísio nestes patamares — seja disputando o governo estadual, seja sendo apontado como o nome mais forte da direita para o Planalto — o campo conservador chegou a esta eleição mais unido, mais confiante e mais competitivo do que em qualquer momento dos últimos anos.
A pergunta que fica para o leitor refletir: quando foi a última vez que a direita chegou a uma eleição com números como esses? O momento é agora. O movimento é real. E os números de hoje são só o começo.