A jogada que pode deixar Moraes no comando de tudo até 2028

Tem uma movimentação acontecendo hoje mesmo no Supremo Tribunal Federal que quase ninguém está comentando, e que pode concentrar nas mãos de um único ministro alguns dos processos mais explosivos do país pelos próximos dois anos. A informação foi revelada pela coluna Esplanada, do grupo Folha BV, nesta terça-feira.
O presidente da Corte, Edson Fachin, puxou para a presidência três inquéritos pesados: o da fraude contra aposentados do INSS, o do escândalo do Banco Master e, olha só, um processo que trata do próprio futuro de Alexandre de Moraes dentro do Tribunal. O detalhe que ninguém te contou até agora: se Fachin não redistribuir essas relatorias até o fim do ano, as regras internas do STF fazem esses processos caírem automaticamente nas mãos de Moraes, em fevereiro, garantindo a ele o comando dessas investigações por mais dois anos.
Para quem acompanha o noticiário nos últimos anos, o nome de Moraes já é sinônimo de polêmica: decisões sobre censura em redes sociais, bloqueios de perfis, e um protagonismo que incomoda boa parte do eleitorado conservador, que vê na concentração de poder dentro do Judiciário um risco real para o equilíbrio entre os Poderes. Se a “jogada” se confirmar, o ministro sairia fortalecido bem no momento em que o país atravessa a reta final de uma eleição presidencial decisiva.
Fica o erro comum de quem só lê manchete: achar que o que acontece “dentro do Supremo” não afeta o dia a dia da família brasileira. Só que quando um único ministro concentra o controle de inquéritos que envolvem bancos, aposentadoria e seu próprio futuro na Corte, o resultado disso chega direto no seu bolso e na sua confiança nas instituições.
A pergunta que fica no ar: por que um processo sobre o futuro do próprio Moraes está sendo tratado dentro de casa, sem transparência nenhuma para o público que paga a conta?
Vale o alerta: a informação parte de uma coluna de bastidores políticos, com base em apuração própria, e ainda não foi confirmada oficialmente pelo STF.