22 de outubro: faltam três dias para o eleitor decidir o rumo do Brasil

Dia 22, Hoje. Em três dias, Uma escolha histórica.
Hoje é 22 de outubro. Faltam apenas três dias para o segundo turno das eleições. No domingo, 25 de outubro, o eleitor brasileiro voltará às urnas para decidir quem conduzirá a Presidência da República pelos próximos quatro anos. Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) são os dois candidatos que disputam essa decisão, segundo o Tribunal Superior Eleitoral.
Não é uma eleição para ser acompanhada como quem assiste a uma disputa de torcida. É uma escolha sobre prioridades: mais ou menos Estado, mais liberdade ou mais controle, mais responsabilidade nas contas públicas ou mais dependência de promessas, mais autoridade para proteger as famílias ou mais tolerância com a desordem.
Por isso, o dia 22 precisa ser um dia de consciência. A contagem regressiva não serve para espalhar boato, atacar adversários ou transformar qualquer acusação em condenação. Serve para lembrar que o voto é sério e que o futuro do país não pode ser decidido por impulso, desinformação ou promessa impossível.
O que está em jogo para quem defende a direita
A direita que o Brasil precisa colocar no poder não pode ser apenas uma reação ao PT. Ela precisa apresentar um compromisso claro com segurança, trabalho, família, liberdade de expressão, responsabilidade fiscal, respeito à propriedade e fortalecimento das instituições.
Colocar a direita no poder, para quem escolhe esse caminho, significa fazer uma escolha nas urnas e cobrar coerência depois. Não significa aceitar violência, fraude, abuso ou desrespeito ao resultado eleitoral. A direita democrática vence quando convence o cidadão, protege o voto e assume a responsabilidade de governar para todos, sem abrir mão dos seus princípios.
A família não é um detalhe de campanha. É onde o brasileiro enfrenta o custo de vida, a insegurança, a dificuldade de criar os filhos e a falta de perspectivas. Segurança pública não é discurso de ocasião. É o direito de voltar para casa, trabalhar e criar os filhos sem viver sob medo.
Liberdade também não é uma palavra vazia. É poder falar, trabalhar, empreender, educar os filhos e discordar do governo sem ser tratado como inimigo. E responsabilidade fiscal não é assunto distante: quando o governo gasta sem limite, a conta chega ao supermercado, ao aluguel, ao combustível e ao salário de cada família.
A armadilha dos últimos três dias
A reta final será barulhenta. Haverá vídeos fora de contexto, mensagens de origem duvidosa, pesquisas interpretadas como resultado e acusações feitas para provocar medo. O eleitor precisa escapar da armadilha mais comum: compartilhar primeiro e conferir depois.
As próprias instituições eleitorais estão no centro de disputas sobre conteúdo digital, alcance de publicações e uso de mensagens em plataformas. O TSE ouviu a Meta sobre a igualdade de tratamento entre as campanhas e determinou transparência sobre os mecanismos de distribuição de conteúdos políticos.
Esse cenário exige firmeza, mas também discernimento. Defender a direita não autoriza inventar fatos. A causa da liberdade não pode depender de mentira. Quem deseja mudança precisa mostrar maturidade, conferir a informação e convencer o vizinho pelo argumento.
Domingo não é dia de omissão
No dia 25, cada eleitor deverá decidir de acordo com sua consciência. Quem acredita que o Brasil precisa de um governo de direita deve comparecer, votar e participar de forma pacífica e legal. Não basta reclamar da política nas redes sociais. A democracia é feita de presença.
Antes de sair de casa, confirme o local de votação e leve um documento válido. A votação do segundo turno está marcada para domingo, 25 de outubro, data divulgada oficialmente pelo TSE.
Também é importante lembrar: o voto é secreto. Ninguém precisa mostrar a escolha para patrão, vizinho, grupo de mensagem ou liderança política. A liberdade de consciência começa quando o eleitor entende que a decisão é sua.
A escolha é maior que um nome
Esta eleição não deve ser reduzida a uma briga entre personalidades. O eleitor precisa olhar para o projeto de país que deseja ver fortalecido. Queremos um Brasil em que a família tenha espaço, o trabalhador seja respeitado, a criminalidade seja enfrentada, o cidadão possa empreender e o governo tenha limites?
Se a resposta for sim, então a direita precisa transformar indignação em voto responsável, e o voto em cobrança permanente. Não haverá mudança verdadeira se o cidadão entregar seu voto e desaparecer no dia seguinte.
Hoje é 22 de outubro. Faltam três dias. Até domingo, informe-se, converse com respeito e não terceirize sua consciência. No dia 25, o Brasil escolherá seu caminho — e cada voto legítimo terá peso nessa decisão.
A direita pode chegar ao poder pelas urnas. E, se chegar, deverá governar com liberdade, ordem, responsabilidade e respeito ao povo brasileiro.